Na indústria alimentícia, a qualidade do ar comprimido é fator crítico e determinante para garantir a qualidade, segurança e conformidade regulatória sanitária dos produtos.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA), a indústria nacional de alimentos representa cerca de 10% do PIB brasileiro.
O Brasil também é o líder global em exportação de alimentos industrializados.
Nesse setor, o controle rigoroso da pureza do ar comprimido é um requisito indispensável desde as etapas de processamento até o envase. Afinal, qualquer partícula ou vapor contaminante pode:
- comprometer a qualidade e a segurança de um lote inteiro,
- resultar em prejuízos financeiros,
- afetar a reputação e a credibilidade da marca no mercado nacional e internacional.
Desse modo, o ar comprimido isento de óleo é fundamental para garantir a integridade dos alimentos.
A norma ISO 8573-1 estabelece os padrões internacionais de pureza desse ar, classificando-o conforme a concentração de contaminantes. A Classe 0 representa o nível mais exigente, exigindo que ele seja completamente livre de óleo para assegurar a máxima segurança e qualidade do produto final.
Nessa hora, os compressores de ar isentos de óleo fazem a diferença para garantir a segurança do processo, a integridade do produto e o cumprimento regulatório.
Quer saber por quê? Continue a leitura e confira.
Como o ar comprimido é utilizado na indústria alimentícia?
O ar comprimido está presente em praticamente todos os processos produtivos da indústria alimentícia e o rigor na sua qualidade está no fato que, por vezes, ele entra em contato direto ou indireto com o alimento.
Por exemplo, o ar comprimido atua no acionamento de sistemas de enchimento automatizados, como os usados para garrafas e latas. Isso assegura a velocidade e a precisão necessárias no processo de envase de líquidos variados, incluindo refrigerantes, sucos e água.
O ar de alta pressão também é empregado para soprar e moldar as garrafas PET antes do processo de enchimento.
Sem contar que sistemas pneumáticos controlados por ar comprimido operam máquinas de empacotamento, selagem a vácuo e etiquetagem.
Ingredientes secos e volumosos, como grãos e farinha, são transportados por meio de sistemas pneumáticos, em vez de correias ou esteiras que poderiam acumular resíduos, o que é um processo semelhante ao que acontece com outros ingredientes.
Também tem importante papel na indústria alimentícia na limpeza e secagem de superfícies, equipamentos e embalagens, removendo partículas e umidade.
Além disso, é fundamental para automação de linhas de produção, operando válvulas, cilindros e atuadores pneumáticos com precisão e repetibilidade.
Por que a contaminação por óleo representa riscos críticos na indústria alimentícia?
Como dissemos, na indústria alimentícia o ar comprimido entra em contato direto ou indireto com os alimentos, em várias etapas da produção, como no transporte pneumático, envase, secagem, acionamento de equipamentos e outros.
Lembrando que a norma ISO 8573-1 classifica a pureza do ar comprimido em diferentes classes, com base na concentração de contaminantes, como partículas, água e óleo.
A Classe 0 é a mais estrita e requer ar totalmente isento de óleo. Isso se deve ao fato de que até mesmo quantidades mínimas de óleo nos alimentos representam riscos críticos e podem acarretar impactos graves, por exemplo:
- alterando sabor, odor, textura e tornando o produto impróprio para consumo,
- contaminando diretamente o alimento,
- gerar riscos à saúde das pessoas,
- provocar contaminação cruzada, espalhando partículas para máquinas, esteiras e tanques,
- violação às normas regulatórias.
O resultado? Multas, interdições, necessidade de descarte de grandes volumes, prejuízos financeiros e comprometimento com a imagem e credibilidade da marca.
Compressores isentos de óleo e ISO 8573-1 Classe 0: garantia de pureza máxima
O uso de compressores isentos de óleo na indústria alimentícia é mais que uma escolha para melhorar processos.
Trata-se de uma necessidade crucial para evitar contaminações e atender rigorosamente às exigências da ANVISA, MAPA e da norma ISO 8573-1 Classe 0, que exige ar 100% livre de óleo, garantindo assim a segurança e qualidade dos produtos alimentícios.
Em contraste com os modelos lubrificados, que utilizam óleo na câmara de compressão, implicando riscos mais elevados e a necessidade de filtragem rigorosa, os equipamentos isentos de óleo funcionam com câmaras e materiais concebidos para eliminar a lubrificação interna.
Dessa forma, eles asseguram que nenhum vapor ou aerossol de óleo contamine o fluxo de ar.
Com mais de três décadas de atuação no setor, a Pnx é referência em soluções de ar comprimido para a indústria alimentícia, atuando como parceira estratégica na implementação de tecnologias de alta performance.
Como distribuidora oficial da multinacional Ingersoll Rand, oferecemos tecnologias inovadoras em compressores isentos de óleo, suporte técnico especializado e projetos personalizados que asseguram eficiência, confiabilidade e conformidade com as normas mais exigentes do mercado.
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